Eu conheci a Joana e conheço um pouquinho mais a cada dia...mais e menos.
Ela é aquela que sempre falava o que pensava, defendia suas certezas.
Bom se eu fosse ficar aqui e contar toda a história dela desde o começo,rsrs, ficaria aqui mais uns anos...
Pularemos então para a parte que convém...
Joana um dia descobriu um novo sabor, algo que ela só tinha ouvido falar, mas nunca se importou não ter experimentado...
Perdeu suas certezas por causa desse tal sabor...
Se desconheceu...
Se magoou...
Desenvolveu teses...
Voltou atrás...
Entretanto algo de muito valioso para ela se perdeu, a confiança no tal sabor...
Descobriu que não se pode mais andar de braços dados e em público com aquele sabor...
O mesmo sabor que a faz seguir em frente a faz retroceder, questionar...
Tenta se manter distante, acreditando que nada lhe causará desta vez...
Se engana?!
As (entre linhas) dizem que sim...
Mas tem algo de estranho nessa história, Joana já obteve todas as respostas óbvias, por mais que busque as respostas reais, bom talvez o real neste caso não se aplique.
Insiste em seguir em frente, ''enfiar o dedo na ferida'', e pra que? isso é que me pergunto!!!
A verdade é que o passado sempre necessita de um ponto final.
Mas Joana parece insistir em (...)
Mesmo sabendo que '' algumas coisas embora absolutamente possíveis, são uma grande mentira'', e é verdade, ela sabe... a única coisa que talvez Joana ainda não tenha aprendido nesta história toda que lhes conto é abrir mão e dizer ADEUS, não em voz alta para o conhecimento de um público, mas para ela mesma...
Me pergunto até quando vai durar a história de ''...até o fim rair.''
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